Setas promove evento de combate ao abuso de crianças e adolescentes | Piripiri 40 Graus | Noticias de Piripiri

Setas promove evento de combate ao abuso de crianças e adolescentes


A Secretaria do Trabalho e Assistência Social realizou nesta quinta, na Praça da Bandeira, evento alusivo ao 18 de Maio – Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes. Estiveram presentes várias autoridades, entre elas, o Prefeito Luiz Menezes, vice Murieel Queiroz, vereadores Nayla Barbosa, Genival Cigano, Chico Corinto, Eldenis Barbosa, Abraão Ximendes, secretários Ducival Araújo, Socorro Menezes, Cristiano Brito, Yanca Laryssa, superintendente Thiado Lopes, Luiz Pereira, Roberto Carlos, Ten. Wagner, representantes do Ministério Público, do CAPS, APAE, além das crianças da rede municipal de ensino e populares.


A Secretária Socorro Menezes destacou a importância da data, fomentando a denúncia e o cuidado dos pais e responsáveis: “As crianças e adolescentes precisam de suporte. A nossa sociedade precisa acordar para o problema. O diálogo e o cuidado dos pais aliado à denúncia são as ferramentas mais eficazes no combate ao abuso de crianças e adolescentes. Trabalhamos em conjunto com várias instituições, a justiça, o executivo, ministério público e conselho tutelar, para junto caminharmos para a extinção deste mal que assola nossa sociedade”, explica a chefe da pasta.
“Existe uma urgência no combate ao abuso e eventos com esta magnitude mostram como o governo municipal está pronto para em conjunto com as demais instituições, sermos atuantes e enérgicos no trato com situações desta natureza”, relata o prefeito Luiz Menezes.
Durante o evento foi encenada uma peça teatral que aborda o tema, servido lanches e contou com a musicalidade da banda Mistura Fina.
História do 18 de Maio
Em 1973 um crime bárbaro chocou o Brasil. Seu desfecho escandaloso seria um símbolo de toda a violência que se comete contra as crianças.
Com apenas oito anos de idade, Araceli Cabrera Sanches foi sequestrada em 18 de maio de 1973. Ela foi drogada, espancada, estuprada e morta por membros de uma tradicional família capixaba. O caso foi tomando espaço na mídia. Mesmo com o trágico aparecimento de seu corpo, desfigurado por ácido, em uma movimentada rua da cidade de Vitória (ES), poucos foram capazes de denunciar o acontecido. O silêncio da sociedade capixaba acabaria por decretar a impunidade dos criminosos.
Os acusados, Paulo Helal e Dante de Brito Michelini, eram conhecidos na cidade pelas festas que promoviam em seus apartamentos e em um lugar, na praia de Canto, chamado Jardim dos Anjos. Também era conhecida a atração que nutriam por drogar e violentar meninas durante as festas. Paulo e Dantinho, como eram mais conhecidos, lideravam um grupo de viciados que costumava percorrer os colégios da cidade em busca de novas vítimas.



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