Eleições complementares em Miguel Leão no Piauí acontecem neste domingo | Piripiri40Graus

Eleições complementares em Miguel Leão no Piauí acontecem neste domingo

Nas eleições suplementares no município de Miguel Leão, a 88 km de Teresina, que acontecem neste domingo (6), 1.474 eleitores estão aptos a votar. Em virtude do pequeno número de eleitores, só foram instaladas seis seções eleitorais distribuídas na Câmara Municipal, Ginásio Deputado Francisco José de Carvalho e Unidade Escolar Estado do Acre.
Maurício Verdejo Gonçalves Júnior, promotor de Justiça responsável pelo município de Miguel Leão, - que é termo judiciário da 58ª Zona Eleitoral sediada no município de Monsenhor Gil-PI -, disse ao CidadeVerde.com que o pleito deve ocorrer de forma tranquila.
“Já está tudo organizado, todas as urnas estão prontas e amanhã acredito que as eleições vão ser tranquilas. Até agora não teve nenhum problema. A gente não tem como saber, mas parece, a gente acredita que comparecimento vai ser bem maciço para a votação”, disse o promotor Mauricio Veredejo.
As seções serão instaladas às 7h, mas a votação só começa às 8h, seguindo até às 17h, como já acontece e determina a legislação.
O pleito fora de época é para eleger os novos prefeito e vice, em função da cassação do prefeito Joel de Lima (PSD) e do seu vice Jailson de Sousa (PT), eleitos em 2016. Os dois foram acusados de conduta vedada a gestor público e também condenados a pena de inelegibilidade por 8 anos.
Jailson de Sousa, cassado pelo TRE, agora disputa a prefeitura tendo como vice Evandro Roberto Silva. Os dois integram a coligação "Para continuar crescendo (PT-PSD)". Do outro lado, pela coligação "Renovar é Preciso (PR-PP)", concorrem Roberto César de Arêa Leão Nascimento (PR) e o vice Gonçalo Batista dos Santos.
Joel de Lima foi o primeiro prefeito em 2016 que teve o mandato cassado pela Justiça Eleitoral do Piauí. Cidadeverde.com.
Eleição também do Amazonas escolhe novo Governado.No Amazonas, 2.337.294 eleitores devem ir às urnas na eleição suplementar neste domingo (6). O eleitorado vota para escolher, entre nove candidatos, o novo governador do Amazonas. Um eventual segundo turno está previsto para 27 de agosto.
A eleição foi determinada no Amazonas após a cassação dos mandatos do ex-governador, José Melo, e do vice, Henrique Oliveira, por compra de votos nas eleições de 2014. O presidente da Assembleia Legislativa do estado, Davi Almeida, do PSD, assumiu o governo interinamente. O pleito chegou a ser suspenso por determinação do ministro Ricardo Levandowski em 28 de junho.
Concorrem ao cargo os candidatos Amazonino Mendes (PDT), Eduardo Braga (PMDB), Jardel (PPL), José Ricardo (PT), Liliane Araújo (PPS), Luiz Castro (Rede), Marcelo Serafim (PSB), Rebecca Garcia (PP) e Wilker Barreto (PHS).

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski determinou, porém, que quem vencer a eleição não poderá ser diplomado até que os recursos do governador cassado e do vice dele, também cassado, sejam julgados.
De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM), o Amazonas possui 61 zonas no interior e 13 na capital. São 7,262 seções eleitorais distribuídas em 1,508 locais de votação no estado.
Do total de eleitor, 1.274.399 milhão está na capital Manaus. O número representa um aumento de 2,5%, no comparativo com o pleito de 2014, quando havia 1.243.844 eleitores na capital.

Na capital, o Centro Universitário Nilton Lins, que fica situado no bairro Flores, na Zona Centro-Sul, é a escola com o maior número de votantes, com 11.584. No interior, Manacapuru, na Região Metropolitana, é o maior colégio eleitoral.

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