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Atiradores do TG 10-021 são vacinados contra gripe H1N1

Quarenta e cinco atiradores do Tiro de Guerra TG 10-021, de Piripiri, foram vacinados nesta quarta, 21 de julho, no Posto de Saúde 2024, do Bairro Petecas, contra a gripe influenza, subtipo H1N1. A vacinação foi possível graças a um acordo feito entre o Exército e a Sesam – Secretaria de Saúde do Município do Piauí.
“Foram 45 atiradores do Tiro de Guerra. Eles estão de forma híbrida, mas todos merecem ser vacinados. Agradecemos ao secretário Gabriel Mauriz pela disponibilidade em nos ajudar. Em breve, esperamos que ele também autorize a vacinação contra a covid 19”, disse o sub-tenente Marcondes Rodrigues.
 Para a profissional que desenvolveu o trabalho da vacinação, a vacinadora Acaciara de Brito, tudo ocorreu bem na administração das doses para os 45 atiradores. “Eles conseguiram através de um pedido para o secretário e foram prontamente atendidos no nosso posto”, disse.
O Tiro de Guerra de Piripiri tem como objetivo formar reservistas de 2ª categoria aptos ao desempenho de tarefas no contexto da Defesa Territorial e Defesa Civil. A formação do atirador é realizada no período de 40 semanas, com uma carga horária semanal de 12 horas, totalizando 480 horas de instrução.

Vertentes Festeja Santa Ana e São Joaquim na zona rural de Piripiri

A localidade Vertentes na zona rural de Piripiri deu início dia 16 de julho, as festividades a Santa Ana e São Joaquim. As celebrações estão acontecendo no pátio da capela, para pode receber um maior número de fiéis. A comunidade pertence a Paróquia Sagrado Coração de Jesus, que tem a frente o pároco Roberto Francelino.

Participe com sua família, as festividade seguem até dia 26 de julho. O conselho comunitário informa que estão seguindo todos os protocolos de segurança sanitária. 

Prefeitura e DNOCS estudam retirada de plantas aquáticas no Caldeirão

Após inspeção no açude Caldeirão, nessa segunda (12/07), equipes da Secretaria de Meio Ambiente e Defesa Civil (SEMAD) e técnicos do DNOCS identificaram a presença nas três bacias do açude do golfo, uma planta aquática indicadora de poluição.  Agora, os técnicos estudam medidas para retirada da vegetação e resolver esse problema.

A prefeita de Piripiri, Jôve Oliveira Monteiro, acompanhou de perto com o vice-prefeito, Hilton Osório, e o vereador Dowglas Leonardo (PT), o trabalho dos técnicos que acreditaram, inicialmente, tratar-se de aguapés. Com a vistoria, constatou-se que era o golfo, outra planta indicadora de poluição.

“Na realidade, não se trata de aguapé, mas é da família de aguapé. Uma macrófita, um bioindicador de poluição. Então, tem algum problema gerador de poluição aqui na região”, explicou o técnico do DNOCS, Demóstenes Pinto.  

A prefeita de Piripiri, Jôve Oliveira Monteiro, garante que o trabalho, iniciado na semana passada, vai continuar para ajudar o DNOCS a retirar essas plantas.   “O fenômeno é atípico e tem mudado o cenário do nosso Caldeirão. Nós estamos aqui numa missão para buscarmos uma solução coletiva, apesar do Caldeirão ser de responsabilidade do DNOCS, por estar em área federal. Estamos aqui para contribuir, dispondo toda a nossa estrutura da SEMAD”, destaca a gestora.

Segundo a engenheira ambiental do DNOCS, Adriana Jovita, o golfo é, de fato, indicador de poluição. “A gente está aqui para tentar limpar o açude, que é um ponto turístico do município de Piripiri, além de ser um dos maiores açudes de responsabilidade do DNOCS. Fora isso, a gente vai colher amostras de água para gente, realmente, saber a causa dessas espécies estarem aparecendo em quantidades maiores”, explica a técnica.   

A prefeita disse que tudo que for necessário será feito para que o Caldeirão volte ao que era antes. “Um cenário paradisíaco que nos refresca a alma e tranquiliza a mente. E este cenário, se Deus quiser, nós teremos de volta, sem essas plantas aquáticas. O importante é ter ação e essa é mais uma que nós fazemos. Quem ama cuida, se preocupa com Piripiri como um todo e com o nosso açude Caldeirão”, frisa Jôve Oliveira Monteiro.



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