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Marden Menezes demonstra inconstitucionalidade em projeto do Governo que propõe aumentar impostos

Projeto foi aprovado na CCJ, mas oposição se manifestou contra.

 

O deputado Marden Menezes (PSDB) se posicionou mais uma vez contra o projeto do Governo do Estado que propõe o aumento de impostos sobre energia elétrica, combustíveis e telecomunicação. O projeto, na forma da Mensagem nº 40, enviado pelo Executivo Estadual, foi discutido e aprovado hoje (26) em reunião especial da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), por quatro votos a dois.

 

Essa Casa tem sido compreensiva e tem procurado fazer o possível para ajudar o Estado a superar a crise, mas há um limite e esse limite esbarra na Constituição, no Regimento desta Casa e no bom senso acima de tudo”, disse Marden Menezes, logo no início da discussão da matéria.  Durante o debate, que foi acompanhado por empresários e por populares presentes na sala da CCJ, com manifestações contrárias ao projeto, o deputado Marden Menezes apresentou argumentos técnicos e jurídicos que demonstraram a inconstitucionalidade do projeto.

 “Há um artigo nessa matéria, que é flagrantemente inconstitucional, basta ler o artigo. Diz o seguinte: ‘O artigo 3, inciso 7º, da Lei Complementar nº 39/2004 passa a vigorar com a seguinte redação’. Esse artigo trata de uma lei complementar e essa lei que nós estamos discutindo aqui é uma lei ordinária e ela não pode modificar o dispositivo de uma lei que a nossa Constituição exige que só pode ser tratada por lei complementar. Essa é a diferença que os senhores ainda não entenderam. Esse artigo é inconstitucional e cabe a essa Comissão tratar dos aspectos constitucionais”, frisou o deputado. 

O parlamentar chamou ainda atenção para os “atropelos” regimentais cometidos na CCJ durante a tramitação da matéria, como o uso do regime de urgência do projeto para impedir a devida apreciação do conteúdo do mesmo. “Aqui, a matéria, se foi lida, porque há deputados que contestam isso, ela não foi distribuída, sequer em avulso. A primeira cópia que eu tive acesso já foi na reunião suspensa de anteontem. Quer dizer, não há necessidade de se fazer esse tipo de jogo no parlamento estadual”, apontou o deputado. 

Marden Menezes fez ainda um apelo à consciência dos deputados que votam na CCJ para que não aprovassem um “projeto contrário à população”. 

“Dessa forma, estou apelando à consciência da Comissão de Constituição e Justiça, no que tange ao artigo 25 (do projeto) que é inconstitucional e nos demais dispositivos controversos. Eu antecipo que estarei apresentando um requerimento de destaque para que esses dispositivos controversos e com ilegalidades sejam votados no plenário. É um direito de qualquer parlamentar e antecipo que se essa comissão cometer alguma arbitrariedade, esse processo pode ser judicializado”, afirmou o deputado, que completou. “Nós temos que fazer aqui o que é correto e não nos subjugarmos à vontade do Executivo”. 

Com a aprovação do projeto na CCJ, a matéria segue agora para a Comissão de Fiscalização e Controle, Finanças e Tributação e, caso aprovada, irá à plenário. 

 

PF realiza operação para prender 13 pessoas por corrupção no PI/CE/MA

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (26) a operação "Argentum" para o cumprimento de 13 mandados de prisão temporária e seis mandados de condução coercitiva. Entre os alvos está o ex-prefeito de Prata do Piauí, Antônio Parambu. Desde as primeiras horas desta quinta-feira (26) estão sendo cumpridas mandados judiciais em municípios do Piauí, Ceará e Maranhão. A denúncia é de desvio de recursos do Fundef. 

O ex-gestor é investigado por suposto desvio de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) no fim do mandato. Este ano, a Justiça Federal já havia determinado o bloqueio de bens de Antônio Parmabu no valor de R$ 2,7 milhões. 

Veja a nota da PF

A Superintendência Regional da Polícia Federal no Piauí deflagrou na manhã de hoje, 26/10/2017, a Operação Argentum, que desarticulou organização criminosa que atuava nos Estados do Ceará, Piauí e Maranhão.

O inquérito policial foi instaurado em abril/2017 em decorrência de inspeção realizada pela Controladoria-Geral da União que constatou contratações irregulares e movimentações bancárias atípicas com recursos federais recebidos pelo município de Prata do Piauí, em dezembro de 2016, a título de precatório da complementação da União para o FUNDEF no valor aproximado de R$ 2.730.000,00 (dois milhões, setecentos e trinta mil reais), atraindo a incidência dos delitos de apropriação e/ou desvio de recursos públicos, corrupção, associação criminosa/organização criminosa e lavagem de dinheiro. 
A investigação revelou que empresas, tendo como sócios parentes do ex-prefeito e que atuam nestas como “laranjas”, foram utilizadas para a ocultação de patrimônio em seu favor, em ação de lavagem de dinheiro, através da criação de uma farmácia e um posto de combustíveis.   

A ação de hoje, que conta com a participação de 110 Policiais Federais do Maranhão, Ceará e Piauí, tem como objetivo dar cumprimento a 21 mandados de busca e apreensão, 13 mandados de prisão temporária e 6 mandados de Condução Coercitiva expedidos pela 3ª Vara da Seção judiciária do Piauí, executados nas cidades de Caxias e Timon, no Maranhão, Teresina, Demerval Lobão, Prata do Piauí, Crateús, Independência, Parambú e Tamboril, no Ceará. 

Também foi determinada a apreensão de veículos de luxo, sequestro de bens e bloqueio de contas dos principais envolvidos no esquema. 

A investigação e cumprimento dos mandados foram realizados em parceria com a rede de controle, com a participação de servidores da Controladoria Geral da União, TCU (Tribunal de Contas da União) e Tribunal de Contas do Piauí  (TCE).

O nome da Operação faz alusão ao elemento químico Prata, nome da cidade beneficiada com os recursos desviados do FNDE, cujo nome em latim é Argentum.   

Será concedida entrevista coletiva às 10:30H, no auditório desta Superintendência Regional.

 

Marden Menezes cobra do governo solução imediata sobre Plamta

Deputado afirma que o servidor público está sofrendo um "calote" na saúde.

O deputado Marden Menezes (PSDB) cobrou hoje (25), no plenário da Assembleia Legislativa, que o Governo do Estado tome providências imediatas para resolver a interrupção no atendimento aos usuários de planos de saúde estaduais em hospitais, especialmente, do Plamta (Plano Médico de Assistência e Tratamento).

 

“Essa é uma situação grave, é um verdadeiro calote com o servidor público. O Estado está recolhendo o dinheiro e o servidor não está tendo o tratamento, a atenção, necessários e condizentes com aquilo que está pagando. De forma que essa Assembleia tem que chamar essa discussão o quanto antes“, cobrou Marden Menezes.

 

Segundo o parlamentar, o que está acontecendo com o servidor público é um “calote”.“Diariamente nós temos recebido dezenas de ligações de pessoas humildes e servidores do Estado que estão aflitas porque não tem mais o atendimento por parte dos hospitais e unidades de saúde, mesmo sendo contribuintes dos planos de saúde, principalmente, do Plamta”, informou Marden.

 

Para o deputado, o Estado precisa encontrar uma solução imediata para o problema. “O governo precisa, com sua equipe, encontrar uma solução para ontem em relação a esse caso porque está penalizando, está causando mais sofrimento a milhares de famílias dos servidores públicos que já tem um salário, de certa forma, não conivente com suas necessidades atuais, diante de um período de crise, e ainda agora, recolhendo dinheiro, contribuindo para o Plamta e sem ter aquilo que lhe é direito que é o atendimento em todo o Estado do Piauí em casos de internação”, ressaltou Marden Menezes.

 

O parlamentar solicitou ainda que o presidente da Comissão de Saúde da Assembleia, o deputado Firmino Paulo (PSDB), marque o quanto antes a data de realização da audiência, já aprovada no plenário da Casa, para discutir o assunto. Hoje, a Alepi, através de requerimento do deputado Robert Rios (PDT), solicitou também que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) informe ao Poder Legislativo se o Governo do Estado usou recursos do Plamta para outros fins.

 

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Assessoria do Deputado Marden Menezes

Oposição pressiona e votação de projeto de aumento de imposto é adiada mais uma vez

Nesta terça-feira (24), a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Piauí adiou novamente a votação do polêmico projeto do Governo do Estado, que prevê o aumento da alíquota do Imposto sobre Operações de Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS). 

Início conturbado

Depois de muita discussão, a Comissão finalmente aceitou conceder prioridade na apreciação do projeto e a votação foi iniciada às 10h. O projeto seria o último a ser apreciado, de acordo com o cronograma da sessão. O relator da proposta, deputado Fernando Monteiro, leu a mensagem do Governo (PL 40) e passou a palavra para o deputado Firmino Paulo (primeiro a votar).

Firmino logo pediu vistas do projeto, dando início a um "bate-boca" entre os deputados e mesa diretora da Comissão de Justiça, presidida pelo deputado Evaldo Gomes. O deputado Aluísio Martins também acompanhou Firmino Paulo e solicitou vistas no projeto.

Com isso, a Comissão colocou para análise outros projetos previstos na pauta da sessão de hoje, antes de retomarem a apreciação sobre o aumento de impostos.

Já por volta das 11h15, depois da pressão da oposição e de empresários presentes na sessão, a votação foi adiada novamente.

Depois de muita confusão e agressões verbais entre oposição e presidente da CCJ o projeto segue sem ser apreciado.

Pressão da oposição

Os deputados Marden Meneses, Luciano Nunes e Robert Rios insistiram logo no início da sessão em cobrar prioridade a colocação da votação do projeto de aumento de impostos na frente dos outros nove projetos de leis presentes no cronograma de pautas do dia. 

Robert Rios aproveitou ainda para cobrar uma resposta sobre os encaminhamentos enviados por ele e outros membro da oposição. Eles haviam pedido para que o deputado João de Deus, líder do governo, trouxesse a reposta do governador Wellington Dias.

João de Deus rebateu, afirmando que a equipe econômica antecipou que o único ponto a ser tirado do projeto seria a majoração da energia.

Depois da confusão, os parlamentares da oposição pediram o adiamento da apreciação, mas por 4 votos a 2, os deputados que compõe a Comissão decidiram não acatar o pedido.

Deputados oposicionistas discutiram novamente com o presidente Comissão, tentando impedir a continuidade da reunião.

Rios, aos gritos, ofendeu o presidente de "covarde" e disse até que a Casa estava parecendo um "cabaré". Irritado Robert partiu ainda em direção à mesa diretora, gesticulando e esbravejando contra Evaldo Gomes; os dois quase se agrediram fisicamente.

A decisão acabou sendo adiada por imposição dos parlamentares oposicioniadas presentes e pressão dos empresários. Alegando choque com o horário da sessão solene da Assembléia Legislativa do Piauí, que tem início às 11h, os deputados interromperam a fala do presidente Evaldo Gomes, o acusando de quebra do regimento interno da Casa. "Você não está crumpindo o regimento interno, deputado; você mesmo usou dessa mesma justificativa de choque de horário com a sessão solene da ALEPI para adiar a sessão passada", criticou Rubem Martins.

Sobre o projeto

O projeto prevê o aumento do Imposto sobre Operações de Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) a ser cobrado a partir de 2018, o que deve implicar em reajuste do preço de produtos e serviços. No caso de fumo e seus derivados, por exemplo, a alíquota passaria de 29% para 35% no próximo janeiro. 

Além disso, caso o projeto seja aprovado, o ICMS também deverá ser maior para combustíveis líquidos derivados do petróleo (exceto óleo diesel, querosene iluminante e óleo combustível) - 31% - e também os não derivados do petróleo - 22%. 

 

Com informações do Portal AZ

41 cidades do Piauí podem ter Fundo de Participação dos Municípios bloqueados

41 municípios do Piauí podem ter o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) bloqueados pela Receita Federal, caso não declarem compensações indevidas e regularizem os débitos previdenciários até o próximo dia 31 de outubro. A Receita verificou que os municípios estavam pagando débitos da Previdência com recursos que não estão amparados como créditos e por isso as contas não estão sendo quitadas. 

De acordo com a Delegacia da Receita Federam em Teresina, a adesão deve ser feita ao Programa de Regularização de Débitos Previdenciários de Estados e Municípios – PREM, porque a partir do dia 1º de novembro/2017, ocorrerão os bloqueios ao FPM.

Uma operação iniciada em julho detectou que os municípios estavam utilizando créditos inexistentes para ou não comprovados na quitação dos débitos previdenciários devidos. Até o momento, foram autuados 41 municípios, envolvendo 68 órgãos, num total levantado de R$ 76,5 milhões em valores atualizados.

“O bloqueio do FPM será feito naqueles entes municipais que tiveram lavrados contra si valores devidos e não pagos à previdência social em razão de compensações de créditos indevidamente declaradas ao órgão”, destacou o delegado da Receita Federal, Eudimar Alves Ferreira.  

De acordo com o delegado da Receita, este bloqueio faz parte de medidas legais que passarão a ser adotadas a partir de novembro de 2017 em relação aos municípios que não se regularizarem.

“Ainda pode incluir ainda representações ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) para responsabilização de gestores e encaminhamentos ao Ministério Público Federal para fins de investigação de possível crime contra a previdência social e a ordem tributária. Além dos débitos das contribuições previdenciárias não pagas podem ser lançadas multas isoladas por caracterização de falsidade de declaração”, acrescentou.

 

Com informações do Portal Cidade Verde



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